Blog desenvolvido ao longo do segundo semestre do ano de 2005 pelos alunos do primeiro período de Comunicação Social da UFMG, para a disciplina de Campo Profissional da Comunicação, ministrada pelos professores Márcio Simeone, Carmen Dulce e Delfim.

Élcio Brito

Felipe Zulato

Fernando Garcia

Filipe Alonso

Gabriel

Ismael dos Anjos

Larissa Veloso

Isabela Latif

Juliana Lolli 

1º Período de Comunicação da UFMG

Esse é um trabalho para Campo Profissional da Comunicação, sobre o exercício profissional de Relações Públicas.
As atualizações serão freqüentes do dia 19 de setembro até o final do semestre. Depois, ninguém sabe...
Através desse blog, divulgaremos a nossa pesquisa sobre essa profissão que pouca gente sabe exatamente o que é...
Além de tentar ganhar uns pontinhos com esse singelo trabalho, queremos aprender mais sobre Relações Públicas e revelar nossas pesquisas aos interessados. Temos a informação e não temos medo de usá-la!
Aqui mesmo e em outros sites que utilizarmos como fonte de pesquisa.

O ombudsman

Figura proveniente dos países nórdicos, quando um rei, por não confiar em seus conselheiros, criou um “ouvidor” pra saber o que realmente se passava em seus domínios, o ombudsman é visto geralmente como uma figura proveniente somente das redações, mas ele está se tornando mais comum, inclusive fazendo parte de organizações tipicamente conservadoras, como os bancos. Em tempo, a função do ombudsman pode ser resumida em duas: ouvir e representar o cliente dentro da empresa. Quando uma empresa decide criar esse cargo, gera expectativas positivas no mercado em geral, já que a promessa do ombudsman é “de ouvir e atender”.
No entanto, essa é uma situação perigosa, já que se ombudsman não possui o poder de atender as reivindicações da clientela, a sensação que se segue é de frustração, aliada a um sentimento de desprezo da empresa em relação ao cliente. Portanto, a decisão tomada pelo ombudsman necessita ser incontestável, mesmo que vá de encontro à chefia da empresa. A autoridade para punir os responsáveis por eventuais falhas também deve ser sua, assim como para exigir mudanças no rumo da empresa em geral, mesmo que em áreas aparentemente desconexas. Com base nesses fatores, muitas empresas não adotaram a figura do ombudsman, por se dar conta das características que o cargo possui.
Outro problema é o perfil de funcionário que a função exige, o de alguém íntegro, experiente e atento, com excelente articulação, além de muitas outras características que o complementam, tornando figura difícil de se achar no mercado atual.

Ismael
Fonte : “Imagem Empresarial” de Roberto de Castro Neves

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Prezados errepês, vocês estão na trilha, mas sugiro que explorem com mais voracidade cada subtema que apresentam. Se for muito curto, o texto passa ligeiro e o leitor não o valoriza. Vamos polir a redação dos posts? Aguardo a abordagem da "efetiva atuação do profissional" como prometeram. Saudações, Delfim.

22 novembro, 2005 18:38  

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