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Élcio Brito
Felipe Zulato
Fernando Garcia
Filipe Alonso
Gabriel
Ismael dos
Anjos
Larissa Veloso
Isabela Latif
Juliana Lolli
1º Período de
Comunicação da UFMG
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Esse é um trabalho para Campo
Profissional da Comunicação, sobre o exercício profissional de Relações Públicas.
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As atualizações serão freqüentes do
dia 19 de setembro até o final do semestre. Depois, ninguém sabe...
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Através desse blog, divulgaremos a nossa
pesquisa sobre essa profissão que pouca gente sabe exatamente o que é...
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Além de tentar ganhar uns pontinhos com
esse singelo trabalho, queremos aprender mais sobre Relações Públicas e
revelar nossas pesquisas aos interessados. Temos a informação e não temos
medo de usá-la!
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Aqui mesmo e em outros sites que
utilizarmos como fonte de pesquisa.
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O ombudsman
Figura proveniente dos países nórdicos, quando um rei, por não confiar em seus conselheiros, criou um “ouvidor” pra saber o que realmente se passava em seus domínios, o ombudsman é visto geralmente como uma figura proveniente somente das redações, mas ele está se tornando mais comum, inclusive fazendo parte de organizações tipicamente conservadoras, como os bancos. Em tempo, a função do ombudsman pode ser resumida em duas: ouvir e representar o cliente dentro da empresa. Quando uma empresa decide criar esse cargo, gera expectativas positivas no mercado em geral, já que a promessa do ombudsman é “de ouvir e atender”. No entanto, essa é uma situação perigosa, já que se ombudsman não possui o poder de atender as reivindicações da clientela, a sensação que se segue é de frustração, aliada a um sentimento de desprezo da empresa em relação ao cliente. Portanto, a decisão tomada pelo ombudsman necessita ser incontestável, mesmo que vá de encontro à chefia da empresa. A autoridade para punir os responsáveis por eventuais falhas também deve ser sua, assim como para exigir mudanças no rumo da empresa em geral, mesmo que em áreas aparentemente desconexas. Com base nesses fatores, muitas empresas não adotaram a figura do ombudsman, por se dar conta das características que o cargo possui. Outro problema é o perfil de funcionário que a função exige, o de alguém íntegro, experiente e atento, com excelente articulação, além de muitas outras características que o complementam, tornando figura difícil de se achar no mercado atual.
Ismael
Fonte : “Imagem Empresarial” de Roberto de Castro Neves
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Relações Públicas X Jornalistas - Caminhos contrários?
Por Filipe da Matta Alonso Como se não bastasse a definição complicada que envolve a profissão de Relações públicas e o ostracismo ao qual esta é relegada em relação ao conhecimento da grande parte da população, o conflito com os profissionais de jornalismo vem ganhando destaque e as velhas discussões ganhando novos tons. O motivo do conflito nem é tão novo assim, remonta ao período ditatorial, quando os profissionais de relações públicas perderam espaço de atuação junto ao governo. Com o regime fechado, foram favorecidos os jornalistas, assessores de imprensa e publicitários institucionais, por oferecerem estes um tipo comunicação dirigida, unidirecional de persuasão para aceitação por parte do público das políticas impostas com mais eficiência, o que estava mais de acordo com os interesses envolvidos na dada situação do país. Dentre aqueles, enfatiza-se a entrada dos jornalistas que migraram, devido às dificuldades de trabalhar nas redações, para o ramo da assessoria de imprensa, sendo facilmente absorvidos. Em mais esse aspecto transparecem faces cada vez mais condenáveis da ditadura. A profissão de Relações Públicas perdeu espaço, portanto, por ter um caráter mais democrático, de promover uma maior interação entre o poder e o público em uma mão dupla. Para o diretor tesoureiro do Conferp, João Alberto Ianhez, essa mistura entre as duas profissões não seria o maior problema, já que o Órgão estuda a flexibilização das leis que restringem o acesso à profissão, no intuito de aproveitar melhor a competência dos profissionais de jornalismo que se arriscam a invadir esse campo. A preocupação seria quanto aos ataques desferidos por alguns jornalistas nos veículos onde têm influência, sem direito de resposta, visando prejudicar os profissionais de RP.Podemos afirmar que são escassas as ações de fiscalização que cuidariam dessa invasão desordenada, fazendo com que essa disputa cause um desgaste desnecessário entre as duas partes, enquanto poderia promover uma atuação conjunta desses dois tipos de profissionais para o melhor desenvolvimento do país em um âmbito global das atividades.
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