<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-16866589</id><updated>2011-07-14T18:25:42.694-03:00</updated><title type='text'>Re[ve]lações Públicas</title><subtitle type='html'>Blog desenvolvido ao longo do segundo semestre do ano de 2005 pelos alunos do primeiro período de Comunicação Social da UFMG, para a disciplina de Campo Profissional da Comunicação, ministrada pelos professores Márcio Simeone, Carmen Dulce e Delfim.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Dýlon</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_miBpYrXqD2M/SESke4TPHqI/AAAAAAAAAFw/X9Yb3BxmH3U/S220/100_0207.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>20</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16866589.post-113340378365394999</id><published>2005-12-01T00:21:00.000-02:00</published><updated>2005-12-01T00:23:03.666-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Por Felipe Zulato&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Há algumas décadas os RP´s estavam associados àqueles elegantes homens de terno branco ou às sociáveis mulheres de tailleur que representavam a empresa nos diversos eventos sociais. Porém, hoje, o relações-públicas deixou o papel de figurante e firma-se como um personagem cada vez mais importante e respeitado dentro de empresas e instituições. Não é para menos. Eles são os responsáveis por todo o trabalho de comunicação de uma empresa, instituição ou, até mesmo, de uma pessoa. É por isso que não é fácil definir o profissional de relações públicas. Sua origem está ligada à preocupação das empresas com a imagem diante do mercado e dos clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosidade não mata!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, afinal, o que faz o relações-públicas? De acordo com Ricardo Amaral, relações-públicas e proprietário de uma assessoria de comunicação que leva seu nome, é imprescindível que o relações-públicas esteja sempre bem informado. Muito mesmo! Quando acorda, Ricardo lê três jornais para ver as principais notícias do mundo, principalmente as que podem afetar seus clientes. "Hoje mesmo eu liguei para um deles para me certificar se ele tinha visto determinada matéria, para prepará-lo sobre futuros inconvenientes".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bom profissional já inicia um trabalho preventivo contra crises, pois qualquer empresa está sujeita a elas. Existem empresas que já apresentam um departamento específico para evitar grandes crises", ressalta Margarida. Já há um consenso na área de que a função do relações-públicas é preventiva e não somente curativa, como geralmente acontece no Brasil. "O profissional deve ter, além de experiência na área, um profundo potencial analítico da situação. E, para prever uma crise, ele tem que estar ligado à alta administração da empresa. No Brasil, 90% das empresas utilizam o RP como função curativa. Eu comparo o profissional de RP a um médico, que prevê o problema. Se fizer uma cirurgia, ele cura um paciente, que, porém, fica com uma cicatriz. Se prevenir a doença, não precisa fazer a cirurgia", explica ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde eles estão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basicamente em três áreas: assessoria de imprensa, organização de eventos e na área de publicações. Vale destacar que uma assessoria de imprensa é exercida por um jornalista, porém administrada por um RP. Ele é quem elabora o planejamento de comunicação. "O profissional também precisa ter uma visão holística de comunicação, como, por exemplo, saber transformar em notícia um acontecimento interno ou do mercado relacionado à empresa", observa Nicolau Amaral, presidente da Nicolau Amaral Comunicação. Vale lembrar que um planejamento de comunicação não envolve apenas o relacionamento com a imprensa. É um trabalho muito maior: envolve o relacionamento da empresa com o mundo. O planejamento de comunicação envolve assessoria de imprensa, eventos, seminários, congressos, feiras e toda a elaboração de material de divulgação, desde folhetos até anúncios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preparado o dia inteiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você sabe se vestir e se portar de forma adequada em todos os eventos de que participa? Tem bom senso? É isso mesmo! O RP tem que estar preparado o dia inteiro com trajes que possibilitem enfrentar um acontecimento inusitado, como, por exemplo, um jantar ou coquetel depois do expediente. Detalhe: o visual sempre tem que ser o mais discreto possível. "A discrição é tão fundamental que o RP deve se posicionar como um profissional de bastidor, que está sempre atrás dos acontecimentos. Não é ele quem vai brilhar. Ele prepara o espetáculo para seu cliente aparecer", observa Nicolau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, o RP deve estar preparado para qualquer tipo de situação e imprevistos dentro de uma empresa, para saber contorná-los e modificar o rumo desta para melhor. Ele é o profissional que dificilmente cairá na rotina e deve estar sempre “inspirado” para trabalhar, já que qualquer deslize de sua parte pode jogar por terra todo o trabalho que ele já tinha feito anteriormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Vencer &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16866589-113340378365394999?l=revelacoespublicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/feeds/113340378365394999/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16866589&amp;postID=113340378365394999&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/113340378365394999'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/113340378365394999'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/2005/12/por-felipe-zulato-h-algumas-dcadas-os.html' title=''/><author><name>Dýlon</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_miBpYrXqD2M/SESke4TPHqI/AAAAAAAAAFw/X9Yb3BxmH3U/S220/100_0207.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16866589.post-113329912620376625</id><published>2005-11-29T19:18:00.000-02:00</published><updated>2005-11-29T19:18:46.206-02:00</updated><title type='text'>O Relações Públicas no Hotel</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Por Élcio Brito e Isabela Latif&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Entrevista realizada com a Srta Marina Nassau, graduanda do 8º período de Relações Públicas da UNA. Marina é diretora de marketing do Hotel Ouro Minas. A profissional entrou para o curso sem saber exatamente o que era e o que fazia um RP. Escolheu o curso baseada em um perfil do profissional que leu ainda na época do cursinho. Hoje, prestes a se formar, sente-se perfeitamente engajada na profissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O hotel, como a maioria das empresas do mercado, ainda não tem um departamento de relações públicas, pois, segundo a própria entrevistada, a profissão ainda está buscando reconhecimento no mercado. Entretanto, possui 3 RP's atuando nos setores de marketing, administrativo e vendas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua atuação como RP envolve a construção e manutenção da boa imagem do hotel não só para o público externo, mas para o interno também. Para tanto, são realizados eventos, pesquisas de feedback, atendimento vip, apoio às personalidades hospedadas, entre inúmeras outras ações. Vários são os exemplos práticos dessa atuação. Quando, por exemplo, um evento não atendeu as expectativas do cliente, o hotel envia cartas e diárias de cortesia para este como pedido de desculpas, além de trabalhar no sentido de identificar as possíveis causas do problema. Outro bom exemplo é o atendimento dado a artistas hospedados no hotel. Eles são recebidos com uma cesta vip, contendo frutas, biscoitos e chocolates. Há também uma tarifa de apoio cultural que barateia o custo da diária, quadro com diversos programas que o artista pode fazer na capital, além de uma entrada exclusiva para preservação da privacidade do hóspede famoso. Em contrapartida, o hotel consegue autorização para que seus funcionários ganhem autógrafos e fotografem seus artistas preferidos, colhe a assinatura desse público especial em um "livro de ouro", ficando a hospedagem do artista registrada ali e o hotel ainda tem autorização para utilizar sua imagem na divulgação do nome da empresa. Outra atuação prática do RP é a de desfazer os mitos criados pela concorrência sobre o hotel, sendo o principal deles a localização. Para isso, é feito um trabalho que visa enaltecer as qualidades do hotel dentre elas: único cinco estrelas de Belo Horizonte, localização privilegiada entre Confins, Pampulha e o centro da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das atuações mais brilhantes dos RP's do hotel ocorreu quando da hospedagem dos Chefes de Estado presentes à reunião do Mercosul realizada em Belo Horizonte. Estes profissionais fizeram um trabalho intenso junto a comunidade para que os transtornos ocasionados pelas medidas de segurança, tais como isolamento de uma área de segurança no entorno do hotel que prejudicava a movimentação da vizinhança, necessidade de identificação para transitar naquela área e grande quantidade de seguranças e policiais na região, não manchassem tanto o nome quanto a imagem do hotel.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16866589-113329912620376625?l=revelacoespublicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/feeds/113329912620376625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16866589&amp;postID=113329912620376625&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/113329912620376625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/113329912620376625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/2005/11/o-relaes-pblicas-no-hotel_29.html' title='O Relações Públicas no Hotel'/><author><name>Re[ve]lações Públicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12630810202379051111</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16866589.post-113323597762494567</id><published>2005-11-29T01:44:00.000-02:00</published><updated>2005-11-29T01:48:46.560-02:00</updated><title type='text'>Segurem os leões - Gerenciamento de Crises</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Por Filipe da Matta Alonso&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Qualquer instituição, seja ela pública ou privada, nova ou tradicional, por mais credibilidade que tenha, não pode se considerar fora das probabilidades da erupção de uma crise. Acidentes, boatos, problemas ambientais, como contaminações, disputas trabalhistas e manifestações da natureza, de difícil previsão e, às vezes, de impossível controle, como furacões e enchentes, são acontecimentos que, se tomados como surpresas, ou com falta de medidas adequadas, podem fazer ruir as mais sólidas pilastras.&lt;br /&gt;É nesses cenários de situação anormal, que, mais uma vez, entra em ação o profissional de relações públicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Utilizando de bom senso e estratégias apropriadas, o RP pode ajudar a instituição a se manter estável em um momento delicado e ainda, com ações eficientes, aumentar a credibilidade do grupo.&lt;br /&gt;Esse conjunto de ações que visam restabelecer o estado de normalidade em uma ocasião de ocorrência extraordinária consiste no que se chama de gerenciamento de crises.&lt;br /&gt;O recomendado para o sucesso dessas estratégias é, como em muitos outros casos, a prevenção dos problemas que possam ultrapassar a esfera interna de uma organização, resolvendo-os quando são ainda pequenos.&lt;br /&gt;O gerenciamento, no entanto, não deve ser pensado, isoladamente, apenas quando existem problemas, mas sim de forma constante e contínua, procurando os pontos vulneráveis da organização e tentando imaginar toda a gama possível de fatores que possam vir a desencadear uma crise, por mais distantes que estes possam parecer.&lt;br /&gt;Essa prevenção acaba favorecendo uma otimização dos processos em andamento, pela busca incessante por falhas, sendo, portanto, extremamente positiva.&lt;br /&gt;Porém, há momentos em que o inesperado é inevitável e a crise se estabelece.&lt;br /&gt;Em casos famosos podemos notar como um bom planejamento para essas situações é de vital importância para que não haja danos maiores às partes envolvidas, como no caso da TAM, contado por Mário Rosa em A era do escândalo, ou o caso Tylenol nos EUA, crise iniciada em setembro de 1982, com a contaminação de comprimidos por cianeto, o que provocou a morte de sete pessoas. Ambos foram casos bem contornados, permitindo a recuperação das empresas responsáveis.&lt;br /&gt;Para que se possa alcançar esse sucesso, o caminho a ser seguido para a criação de um plano de ação é a priorização pelo uso da verdade a todo o momento. A organização tem que trabalhar sobre as evidências que levaram ao colapso, na tentativa de esclarecê-las da melhor forma possível, caso contrário, a veiculação de uma versão paralela à dos fatos e de difícil comprovação pode soar como fuga das responsabilidades e contribuir para a aceleração brusca do declínio do conceito da instituição frente à opinião pública.&lt;br /&gt;Como nos exemplos citados e em outros, deve-se primeiro dar toda assistência às vítimas e suas famílias, concomitantemente à busca pelas causas e a divulgação de versões oficiais se referindo aos progressos feitos na solução de tais problemas, para que a imprensa, no processo especulativo de informações, não produza uma conclusão equivocada sobre o ocorrido, assim como abrir outros canais de comunicação para que seja facilitado o acesso pelas partes interessadas aos últimos resultados obtidos nas investigações. E talvez o mais importante de todos os procedimentos, desde que empregado conjuntamente àqueles outros, é o de não deixar que o ritmo de trabalho caia. A instituição deve continuar funcionando normalmente.&lt;br /&gt;Nesse contexto é que vai se tornando mais clara a importância da atuação do RP, e a importância deste de estar vinculado intimamente à estrutura administrativa da instituição, de modo que suas recomendações sejam levadas a cabo, porque assim pode ser diminuída a ocorrência das crises e seu efeito sobre a organização.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16866589-113323597762494567?l=revelacoespublicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/feeds/113323597762494567/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16866589&amp;postID=113323597762494567&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/113323597762494567'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/113323597762494567'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/2005/11/segurem-os-lees-gerenciamento-de.html' title='Segurem os leões - Gerenciamento de Crises'/><author><name>Dýlon</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_miBpYrXqD2M/SESke4TPHqI/AAAAAAAAAFw/X9Yb3BxmH3U/S220/100_0207.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16866589.post-113323053710600290</id><published>2005-11-29T00:14:00.000-02:00</published><updated>2005-11-29T00:15:37.120-02:00</updated><title type='text'>RP no Setor Público</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Por Juliana Lolli&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Para mostrar um pouco da profissão de um outro ângulo entrevistei uma profissional de relações públicas que trabalha na Assessoria de Comunicação Social da Secretaria de Estado e da Agricultura, a qual atende outro tipo de público e apresenta algumas peculiaridades em suas funções que os diferenciam um pouco de profissionais de empresas privadas. Assim, o estudante de comunicação social e os interessados em conhecer a área mais a fundo podem conhecer as diversificações que permeiam esse campo e as possibilidades de trabalho que estão presentes no mercado.&lt;br /&gt;            De uma forma geral, seus trabalhos correspondem a lançamentos de programas e projetos, instalação de câmaras técnicas, acompanhamento ao secretário, trabalhos em conjunto com o Palácio do Governo, como a criação de folders, banners, vídeos, entre outros, além de suporte a exposições e eventos agropecuários.&lt;br /&gt;            Com relação à criação de câmaras técnicas, o setor de relações publicas é responsável por eventos de instalação das câmaras e por futuros possíveis eventos a partir dos pontos levantados pela câmara e enviados por meio de um relatório ao secretário da agricultura. As câmaras são criadas dentro de um plano setorial, e a partir delas, pessoas de organizações privadas e governamentais discutem os pontos bons e ruins de uma cadeia produtiva. Dentre as diversas câmaras criadas, pode-se destacar a de bovinocultura de corte, bovinocultura de leite, seguro e crédito rural, fruticultura, etc. Os pontos debatidos podem levar ao requerimento de medidas a serem estipuladas pelo governo, e caso haja atendimento por parte desse, novos eventos de lançamento de programas e medidas são organizados novamente pelos profissionais de relações públicas.         &lt;br /&gt;O secretário está constantemente presente em palestras e eventos da área de agropecuária e um profissional de relações púbicas costuma acompanhá-lo. No evento esse funcionário precisa arquivar os nomes dos participantes para mandar informações e publicidades que sejam do interesse do secretário da agricultura.&lt;br /&gt;            Todos os eventos governamentais precisam da ajuda de um cerimonial, pois é esse profissional que escreve a pauta a ser lida pelo locutor do evento, e em muitos casos ele determina o local, é encarregado de efetuar os convites e organizar o evento como um todo. Essa função de organização de eventos é a mais conhecida com relação à área de Relações Públicas, mas não é a única, o que já fora retratado em outros posts e comentários no blog.&lt;br /&gt;            Quase todos os eventos têm divulgação nos jornais. Os menores apenas em jornais locais ou do governo, como em Minas Gerais, no qual o governo não precisa pagar para publicar. A assessoria solta a matéria para a mídia jornalística que retorna para saber detalhes. Os jornalistas, por sua vez, são figuras freqüentes nesses eventos.&lt;br /&gt;            Citado como uma das funções do profissional de relações públicas, o lançamento de programas e projetos corresponde à organização do evento, com a definição da melhor data para determinado público, o local e o horário, o que muitas vezes acontece com uma grande urgência de organização. Por exemplo, na quinta feira foi passado para o pessoal de Relações Públicas um evento que deveria ser organizado para ocorrer na próxima terça feira, com o local e horário, também já determinados, para um público de aproximadamente 600 pessoas. No caso, os profissionais tiveram que se reunir com o secretário para saber mais sobre a demanda e as etapas do projeto, criar um nome para o programa que causasse algum impacto, determinar o público que deveria ser convidado e efetuar rapidamente os convites, além de entrar em contato com empresas para conseguir uma mesa de degustação de todos os produtos de lacticínios para um mínimo de 600 pessoas. O nome escolhido foi Minas Leite. Parte dos convites é mandada diretamente pelo governo ao chamado mundo oficial, que corresponde majoritariamente a políticos, às demais pessoas do setor agropecuário, ao sindicato dos trabalhadores rurais, a cooperativas, banco de crédito, ministro da secretaria, federações, entre outros. O convite fica a cargo desses profissionais de Relações Públicas. Além disso, eles precisam controlar a produção de peças como folders e banners para acompanhar os eventos. O projeto é desenvolvido próximo a época de reeleição, como uma medida de marketing político, pois muitos pedidos e concessões são efetuadas após um longo período de necessidade. Além disso, Minas está perdendo o lugar em relação à importância do leite em sua economia, e é para firmar a imagem do estado e estabelecer uma boa relação entre o público da agropecuária e o governo que o profissional de relações públicas é convocado.                 Portanto, podemos perceber que as funções de diferentes profissionais da área podem ser um pouco distintas pela diversidade de opções, mas que são sempre muito dinâmicas, com alguma relação ao jornalismo e à publicidade. O profissional, como o próprio nome diz, busca o bom relacionamento entre instituições e seu público e trabalha visando a boa imagem de uma empresa, privada ou governamental.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16866589-113323053710600290?l=revelacoespublicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/feeds/113323053710600290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16866589&amp;postID=113323053710600290&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/113323053710600290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/113323053710600290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/2005/11/rp-no-setor-pblico.html' title='RP no Setor Público'/><author><name>Re[ve]lações Públicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12630810202379051111</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16866589.post-113294470348065474</id><published>2005-11-25T16:46:00.000-02:00</published><updated>2005-11-25T17:04:49.026-02:00</updated><title type='text'>Entrevista com Débora Ramos:         Larp, imprensa e imagem.</title><content type='html'>Por Larissa Veloso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para saber mais sobre questões específicas dessa profissão, fomos direto à fonte e entrevistamos a professora Débora Ramos, que dá aulas na área de Relações Públicas, já atuou em diversas empresas como profissional de Comunicação Social, e atualmente trabalha no Larp, como co-cordenadora.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Larp&lt;/strong&gt; é o laboratório de Relações Públicas, que funciona dentro da UFMG e da Comunicação Social e tem como objetivo dar suporte às diciplinas nas áreas de comunicação estratégica e organizacional, envolvendo práticas concernentes ao profissional de RP. Uma das atividades executadas por essa estrutura é a manutenção de um banco de referências de peças (gráficas, cd-rom, eletrônicas), no qual os alunos podem consultar sobre diversas campanhas feitas por diferentes empresas ao longo do tempo. Assim, através do Larp, estudantes de Comunicação Social podem pesquisar sobre o que é feito dentro das organizações.&lt;br /&gt;Durante a entrevista, Débora falou sobre a &lt;strong&gt;Comunicação Integrada&lt;/strong&gt;, na qual é especializada e afirmou que esta não é só uma nova tendência da área, mas uma necessidade. Vê essa nova forma de se trabalhar a comunicação na verdade como um resgate de um processo comunicacional amplo, que se perdeu com a fragmentação das habilitações. A comunicação integrada conecta tanto as áreas (publicidade, jornalismo, rp) como as modalidades da comunicação organizacional (comunicação institucional, mercadológiaca e interna). Essa tendência ocorre pela exigência e pela necessidade. Segundo a professora, não há como se trabalhar a comunicação numa organização se não houver interação em todas as áreas de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O RP como formador de imagem&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; Partindo de conceitos básicos, a identidade de uma empresa é o que ela é, faz e diz, enquanto a sua imagem é como a instituição é percebida. Débora Ramos afirmou que para se construir uma imagem positiva e duradoura, o Relações Públicas deve ser transparente e trabalhar com a verdade. A manipulação da opinião pública é algo que pode acontecer, mas não está restrito aos profissionais de RP. Estes devem ter responsabilidade para lidar com a identidade, os valores e filosofias da empresa e perceber se estes princípios condizem com os princípios éticos da profissão, além de estarem atentos para identificar que tipo de trabalho lhe foi solicitado.&lt;br /&gt;Dentro de uma organização, é fundamental a participação do Relações Públicas junto à direção da empresa, principalmente em momentos de crise. Pois para conseguir dialogar com todos os públicos (clientes, forncedores, comunidade, funcionários) ligados a uma empresa, o RP tem que fazer uma parceria com a direção, tendo a possibilidade de estar participando das decisões, ou ter voz junto à administração.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A relaçãoentre RPs e imprensa -&lt;/strong&gt; O cargo de acessoria de imprensa é um dos que está na fronteira entre a área de Relações Públicas e jornalismo, podendo talvez causar conflitos ou confundir sobre o papel do RP e do acessor. Para Débora Ramos, essa confusão não se confirma, pois a acessoria de imprensa não é uma habilitação, e sim uma atividade, que pode ser exercida por profissionais tanto de jornalismo como de RP. Afirmou que este último se preocupa mais com o processo do que com as técnicas, e a especialização nessa área não gera conflitos com os jornalistas.&lt;br /&gt;Quando indagada a respeito da relação dos RPs com a própria imprensa, a professora voltou a tocar na questão da verdade e da transparência. Considera que o relacionamento com a imprensa tem que ser levado em consideração assim como o relacionamento com qualquer um dos públicos da empresa. É preciso que a organização esteja aberta ao diálogo e este tem que ser pautado na verdade. Um instrumento importante dessa relação é press release, que é um texto sobre um assunto de interesse público que a empresa manda para a imprensa. Ele não é um texto para ser publicado, e sim um material sobre o qual o jornalista vai apurar as informações, podendo até mesmo recorrer à organização que o enviou, sendo que esta deve estar preparada para atuar como fonte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16866589-113294470348065474?l=revelacoespublicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/feeds/113294470348065474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16866589&amp;postID=113294470348065474&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/113294470348065474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/113294470348065474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/2005/11/entrevista-com-dbora-ramos-larp.html' title='Entrevista com Débora Ramos:         Larp, imprensa e imagem.'/><author><name>Lalá</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZAl1P8yOFVE/Sy_uMtTXTNI/AAAAAAAABPs/-KZBeso_v5Q/S220/icone_2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16866589.post-113070880012958301</id><published>2005-10-30T19:45:00.000-02:00</published><updated>2005-10-30T19:49:51.286-02:00</updated><title type='text'>O ombudsman</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Figura proveniente dos países nórdicos, quando um rei, por não confiar em seus conselheiros, criou um “ouvidor” pra saber o que realmente se passava em seus domínios, o ombudsman é visto geralmente como uma figura proveniente somente das redações, mas ele está se tornando mais comum, inclusive fazendo parte de organizações tipicamente conservadoras, como os bancos. Em tempo, a função do ombudsman pode ser resumida em duas: ouvir e representar o cliente dentro da empresa. Quando uma empresa decide criar esse cargo, gera expectativas positivas no mercado em geral, já que a promessa do ombudsman é “de ouvir e atender”.&lt;br /&gt;No entanto, essa é uma situação perigosa, já que se ombudsman não possui o poder de atender as reivindicações da clientela, a sensação que se segue é de frustração, aliada a um sentimento de desprezo da empresa em relação ao cliente. Portanto, a decisão tomada pelo ombudsman necessita ser incontestável, mesmo que vá de encontro à chefia da empresa. A autoridade para punir os responsáveis por eventuais falhas também deve ser sua, assim como para exigir mudanças no rumo da empresa em geral, mesmo que em áreas aparentemente desconexas. Com base nesses fatores, muitas empresas não adotaram a figura do ombudsman, por se dar conta das características que o cargo possui.&lt;br /&gt;Outro problema é o perfil de funcionário que a função exige, o de alguém íntegro, experiente e atento, com excelente articulação, além de muitas outras características que o complementam, tornando figura difícil de se achar no mercado atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ismael&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Fonte : “Imagem Empresarial” de Roberto de Castro Neves&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16866589-113070880012958301?l=revelacoespublicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/feeds/113070880012958301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16866589&amp;postID=113070880012958301&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/113070880012958301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/113070880012958301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/2005/10/o-ombudsman.html' title='O ombudsman'/><author><name>Dýlon</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_miBpYrXqD2M/SESke4TPHqI/AAAAAAAAAFw/X9Yb3BxmH3U/S220/100_0207.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16866589.post-113046056386289810</id><published>2005-10-27T22:47:00.000-02:00</published><updated>2005-10-27T22:49:23.873-02:00</updated><title type='text'>Relações Públicas X Jornalistas - Caminhos contrários?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Por Filipe da Matta Alonso&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br&gt;Como se não bastasse a definição complicada que envolve a profissão de Relações públicas e o ostracismo ao qual esta é relegada em relação ao conhecimento da grande parte da população, o conflito com os profissionais de jornalismo vem ganhando destaque e as velhas discussões ganhando novos tons.&lt;br /&gt;O motivo do conflito nem é tão novo assim, remonta ao período ditatorial, quando os profissionais de relações públicas perderam espaço de atuação junto ao governo. Com o regime fechado, foram favorecidos os jornalistas, assessores de imprensa e publicitários institucionais, por oferecerem estes um tipo comunicação dirigida, unidirecional de persuasão para aceitação por parte do público das políticas impostas com mais eficiência, o que estava mais de acordo com os interesses envolvidos na dada situação do país. Dentre aqueles, enfatiza-se a entrada dos jornalistas que migraram, devido às dificuldades de trabalhar nas redações, para o ramo da assessoria de imprensa, sendo facilmente absorvidos.&lt;br /&gt;Em mais esse aspecto transparecem faces cada vez mais condenáveis da ditadura. A profissão de Relações Públicas perdeu espaço, portanto, por ter um caráter mais democrático, de promover uma maior interação entre o poder e o público em uma mão dupla.&lt;br /&gt;Para o diretor tesoureiro do Conferp, João Alberto Ianhez, essa mistura entre as duas profissões não seria o maior problema, já que o Órgão estuda a flexibilização das leis que restringem o acesso à profissão, no intuito de aproveitar melhor a competência dos profissionais de jornalismo que se arriscam a invadir esse campo. A preocupação seria quanto aos ataques desferidos por alguns jornalistas nos veículos onde têm influência, sem direito de resposta, visando prejudicar os profissionais de RP.Podemos afirmar que são escassas as ações de fiscalização que cuidariam dessa invasão desordenada, fazendo com que essa disputa cause um desgaste desnecessário entre as duas partes, enquanto poderia promover uma atuação conjunta desses dois tipos de profissionais para o melhor desenvolvimento do país em um âmbito global das atividades.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16866589-113046056386289810?l=revelacoespublicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/feeds/113046056386289810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16866589&amp;postID=113046056386289810&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/113046056386289810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/113046056386289810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/2005/10/relaes-pblicas-x-jornalistas-caminhos.html' title='Relações Públicas X Jornalistas - Caminhos contrários?'/><author><name>Dýlon</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_miBpYrXqD2M/SESke4TPHqI/AAAAAAAAAFw/X9Yb3BxmH3U/S220/100_0207.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16866589.post-112855657415551821</id><published>2005-10-05T20:52:00.000-03:00</published><updated>2005-10-05T20:56:14.160-03:00</updated><title type='text'>O RP EM UMA CAMPANHA ELEITORAL</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;Por Isabela Latif&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;E pra terminar a conversa, "O Marketing eleitoral tornou-se componente indissociável da política contemporânea. Sem ele a eleição moderna é simplesmente inconcebível. Podemos constatar que os meios de comunicação, particularmente a RP possui um papel fundamental pela boa divulgação do programa dos candidatos a um cargo público em qualquer lugar do mundo".&lt;br /&gt;O RP é o responsável pela imagem do candidato em uma eleição, ressaltando seus valores e transformando-os no diferencial de um candidato para outro.&lt;br /&gt;"O voto é Marketing na medida em que você leva a mensagem do candidato ao conhecimento de muitos".&lt;br /&gt;Quando muitos conhecem "bem" aquele que está se candidatando, maior a probabilidade dele ser eleito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16866589-112855657415551821?l=revelacoespublicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/feeds/112855657415551821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16866589&amp;postID=112855657415551821&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112855657415551821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112855657415551821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/2005/10/o-rp-em-uma-campanha-eleitoral.html' title='O RP EM UMA CAMPANHA ELEITORAL'/><author><name>Re[ve]lações Públicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12630810202379051111</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16866589.post-112778306212437196</id><published>2005-09-26T22:04:00.000-03:00</published><updated>2005-09-26T22:07:17.916-03:00</updated><title type='text'>A função estratégica do RP na Comunicação Integrada</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;Por Felipe Zulato&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Continuando a conversa, vamos definir o que é comunicação integrada: “&lt;em&gt;É a comunicação pensada de uma forma global&lt;/em&gt;”. Esse novo conceito sobre comunicação surgiu na década de 1990, quando esse profissional passou a ser mais plural. O direcionamento das campanhas publicitárias, eventos estratégicos, coordenação dos trabalhos do jornalista, do design, do publicitário e todo o suporte para a venda ocorrer passam a ser papel do RP. Além disso, cabe a ele também, a função de formar e consolidar a imagem da instituição atribuindo-lhe valores estratégicos. Em uma campanha, é ele o responsável por mediar os interesses envolvidos, solucionar problemas e direcionar a mesma para que esta atinja os objetivos do cliente, funcionando como o elo entre todos os profissionais desta comunicação integrada. Assim, o sucesso da campanha está basicamente em suas mãos. Mas seu trabalho não termina com o lançamento da campanha. Sempre analisando a imagem pretendida e a percebida, ele propõe novas campanhas a partir dos resultados obtidos, buscando sempre atingir 100% de satisfação. Seu trabalho é, portanto, cíclico. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16866589-112778306212437196?l=revelacoespublicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/feeds/112778306212437196/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16866589&amp;postID=112778306212437196&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112778306212437196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112778306212437196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/2005/09/funo-estratgica-do-rp-na-comunicao_26.html' title='A função estratégica do RP na Comunicação Integrada'/><author><name>Zulato</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03971469411631843737</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16866589.post-112714570402998416</id><published>2005-09-19T13:00:00.000-03:00</published><updated>2005-09-19T13:01:44.030-03:00</updated><title type='text'>PALESTRA COM O PROFESSOR SINVAL DO ESPÍRITO SANTO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Por Élcio Brito&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Em sua palestra para os alunos do primeiro período de Comunicação Social da UFMG, dia 05/09/2005, o Relações Públicas. Sinval do Espírito Santo, professor do curso de RP da Uni-BH e sócio diretor da empresa de comunicação integrada Fabrikacom se propôs a tentar desfazer os vários mitos existentes com relação a esta profissão, caracterizando-a da melhor forma possível. Sua palestra será apresentada neste blog em três partes. Pra começo de conversa, o RP é o responsável por intermediar as relações entre as instituições e seu público estratégico a partir da coexistência de interesses, sendo ele mesmo o responsável por determinar qual é este público. E como ele faz para intermediar esta relação? A resposta não é tão simples. Para tal, o RP planeja, identifica o público, dá suporte e propõe uma estratégia. Uma boa forma de aproximação entre cliente e empresa, ou empresa e produto é um evento, porém, ele não é o cara que faz festinha. E o preconceito existe mesmo! "Meus colegas e amigos ficam me perguntando que talher usar com isso ou aquilo, como manipulá-los..." Esta imagem surgiu durante a ditadura militar, época em que a profissão estava no auge, no entanto, para uma atuação periférica, fragmentada e voltada para os interesses governamentais através da promoção de eventos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16866589-112714570402998416?l=revelacoespublicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/feeds/112714570402998416/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16866589&amp;postID=112714570402998416&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112714570402998416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112714570402998416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/2005/09/palestra-com-o-professor-sinval-do.html' title='PALESTRA COM O PROFESSOR SINVAL DO ESPÍRITO SANTO'/><author><name>Re[ve]lações Públicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12630810202379051111</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16866589.post-112714563379315554</id><published>2005-09-02T12:58:00.000-03:00</published><updated>2005-09-20T20:19:53.566-03:00</updated><title type='text'>CARTA AO LEITOR</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3930/1612/1600/eye.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 157px; CURSOR: hand; HEIGHT: 148px" height="164" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3930/1612/200/eye.jpg" width="172" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Durante o primeiro semestre de 2005, este blog foi elaborado e atualizado pela turma de Comunicação Social do 1º período/1º semestre-2005 da UFMG. A partir de agora, sua atualização será feira por nós, calouros do 2º semestre-2005. Como a primeira turma focou o trabalho mais nas questões teóricas envolvendo a profissão de Relações Públicas, optamos por aprofundar no assunto investindo na efetiva atuação do profissional. Assim, entrevistaremos RP's dos mais variados segmentos do mercado procurando mostrar detalhadamente o que este profissional faz na verdade, seja em um hotel, uma indústria, no campo político, no comércio e em tantas outras áreas. Mas não vamos abandonar a teoria completamente. Naqueles pontos que, no desenvolver do trabalho, julgarmos necessário um maior aprofundamento, como no caso do tema legislação, iremos fazê-lo. O layout do site também será modificado, a fim de que este tenha a nossa "cara". Isso tudo sem retirar os textos já inseridos por nossos colegas do primeiro semestre e sem alterar o endereço eletrônico e a logomarca. Em nossa próxima inserção, que ocorrerá até 19/09/2005, já estaremos abordando efetivamente o tema aqui proposto. Convide seus amigos e colegas a visitar nosso blog. Faça comentários, discuta, questione, critique... Ajude-nos a divulgá-lo e a "revelar" esta profissão, para que juntos possamos quebrar todos os mitos que ainda pairam sobre ela. Sexta-feira, 02 de setembro de 2005.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16866589-112714563379315554?l=revelacoespublicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/feeds/112714563379315554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16866589&amp;postID=112714563379315554&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112714563379315554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112714563379315554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/2005/09/carta-ao-leitor.html' title='CARTA AO LEITOR'/><author><name>Re[ve]lações Públicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12630810202379051111</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16866589.post-112725806314887182</id><published>2005-07-14T20:11:00.000-03:00</published><updated>2005-09-20T20:14:23.150-03:00</updated><title type='text'>Está chegando ao fim...</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;Por Lívia Aguiar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;É incrível a quantidade de coisas que aprendemos com esse blog. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;A proposta inicial era apenas pesquisar um pouco sobre o exercício profissional de RP, mas eu pessoalmente ficaria feliz somente por descobrir o que esse profissional misterioso fazia, afinal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Confesso que o professor Márcio Simeone não conseguiu enfiar na minha cabeça o que fazia um RP. Tinha a visão preconceituosa que todo mundo fala: o cara das festinhas das empresas. Ou o cara que fala com a imprensa e manda as empresas de publicidade fazerem as propagandas da empresa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Com esse trabalho chegando ao fim, a visão preconceituosa sumiu. Fui aprendendo aos poucos o universo de trabalho do RP e as entrevistas foram de suma importância para compreender exatamente as suas funções, apesar dos textos dos livros que lemos terem ajudado a pensar mais sobre a profissão e sua história. Definitivamente a última entrevista, com a Emanuela, me mostrou como o RP tem uma função muito abrangente e a empolgação dela com suas funções mostraram a felicidade que a profissão lhe proporciona. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Definitivamente a visão de uma profissão de RP como uma pessoa de gabinete que fica o tempo todo administrando tudo sumiu: tomou seu lugar uma pessoa versátil, que pode exercer algumas funções de jornalismo, outras de publicidade (quando a empresa não é muito rica, mais ainda). Aquele que planeja as festinhas, sim, mas não só isso. Ele planeja tudo que a empresa precisa comunicar, para o pessoal de dentro e de fora. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Acho que a melhor parte de ser um RP, além das funções estimulantes de administração da cumunicação da empresa, é o salário. Talvez o RP seja o profissional com o maior salário médio das quatro habilitações de nosso curso na UFMG. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;E aí vem a pergunta: por que, apesar de tão variadas funções e salários tão estimulantes, o curso de RP é tão pouco procurado?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;A resposta pode estar no preconceito que ainda circula em torno da profissão, ou simplesmente na falta completa de informações sobre a habilitação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Literalmente um problema de comunicação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;O incrível é que, agora que o semestre está acabando, muito mais pessoas que não cogitavam fazer RP estão se decidindo por essa habilitação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Dar crédito ao nosso professor Márcio por desfazer nossos mitos e nos ajudar a conhecer a profissão é muito importante, mas gostaria de pensar que nós, do blog de Re[ve]lações Públicas, também ajudamos nesse processo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Espero e acredito que o nosso objetivo foi cumprido aqui e que sigamos revelando e descobrindo mais sobre o nosso tão amado e controverso curso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16866589-112725806314887182?l=revelacoespublicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/feeds/112725806314887182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16866589&amp;postID=112725806314887182&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112725806314887182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112725806314887182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/2005/07/est-chegando-ao-fim.html' title='Está chegando ao fim...'/><author><name>Re[ve]lações Públicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12630810202379051111</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16866589.post-112725786524489790</id><published>2005-06-13T20:08:00.000-03:00</published><updated>2005-09-20T20:11:05.246-03:00</updated><title type='text'>O Processo de Relações Públicas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;No campo das Relações públicas, é necessário estabelecer pontos de referência antes de se realiza-las. Deve-se fixar um processo, em todas as suas fases, na busca de melhor efetividade do seu objetivo, para assim transformar os diversos espectadores, clientes e funcionários da organização em autênticos públicos, por meio de ampla liberdade de informação e discussão. Para tal, pode-se dividir o desenvolvimento do processo de Relações Públicas em 6 distintas fases: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;1ª Fase:&lt;/strong&gt; Determinação do Grupo e sua Identificação como Público Nesta fase, o profissional de RP é responsável pelo conhecimento dos diferentes grupos que estão direta ou indiretamente ligados à organização, e a identificação destes como público, seja interno (funcionários), externo (consumidores) ou misto (acionistas, fornecedores). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;2ª Fase:&lt;/strong&gt; Apreciação do Comportamento do Público Trata-se de avaliar as impressões que os diferentes públicos têm da organização, bem como o seu comportamento frente a essa. O profissional de Relações Públicas deve buscar conhecer as atitudes, opiniões, desejos, frustrações e aspirações do público. Para tal, utiliza-se métodos científicos, como sondagens e pesquisas, ou métodos não científicos, como conversas informais ou estudo de sugestões e reclamações. Os objetivos de tais métodos são: saber até onde os grupos estão informados a respeito da responsabilidade e limites das atividades da organização, como reagem ante decisões, prever atitudes e reações a ações da empresa, julgar o que pensam e esperam desta, conhecer suas necessidades e como satisfaze-las, dentre outros. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;3ª Fase:&lt;/strong&gt; Levantamento das Condições Internas Este é o momento onde se realiza uma investigação das áreas desajustadas da organização, ou seja, uma crítica a respeito das normas e processos da empresa em geral, num esforço para explicar a atitude ou apatia do público. O principal desta fase é adquirir um conhecimento geral sobre a estrutura física e humana da organização, através de seis perguntas básicas que devem ser respondidas: POR QUÊ (a finalidade da organização), QUÊ (a natureza e espécie das atividades realizadas), QUEM (o pessoal responsável pela execução de tais atividades), COMO (o processo de trabalho, aparelhamento), ONDE (locais onde se realizam tais processos, acesso a estes locais) e QUANDO (época e duração). Respondendo-se a estas perguntas, o profissional de RP consegue um retrato detalhado das condições internas da empresa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;4ª Fase:&lt;/strong&gt; Revisão e Ajustamento da Política Administrativa Após o levantamento das condições internas a identificação das áreas problemáticas, chega-se à 4ª fase, que consiste na revisão, ajustamento e melhoria dos problemas identificados na fase precedente. Nesta fase, o profissional de RP é de máxima importância, desempenhando uma função de estado maior, pois é ele o responsável por aconselhar, diretamente ao núcleo de comando da organização, inovações, correções e melhorias a serem feitas na política geral e nas programações da empresa, visando obter o máximo de aprovação pública. Portanto o RP deve ser capaz de reconhecer as reclamações dos públicos, identificar as falhas no comportamento da empresa e ter competência para corrigi-las da melhor maneira possível. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;5ª Fase:&lt;/strong&gt; Programa de Informações O programa de informações consiste na comunicação interna e externa da organização. Todo este processo de comunicação, como o de informar aos empregados e consumidores sobre as mudanças na conduta e atividade da empresa, fica sobre a responsabilidade do profissional de Relações Públicas. Existem dois problemas básicos que devem ser levados em consideração pelo RP ao realizar esta fase. O primeiro é a escolha da linguagem a ser utilizada. É comum, em repartições públicas, o uso de linguagem complicada e desnecessária em memorando e comunicados internos. O RP deve selecionar o tipo de linguagem ideal a ser utilizada com cada público que deve ser atingido, obtendo assim o maior proveito e compreensão da mensagem. O segundo problema é a escolha dos veículos de comunicação. Para selecionar o meio pelo qual deve ser difundida a mensagem, deve-se analisar os seguintes critérios: o público a ser atingido, o tipo de organização, a comunidade onde se localiza, a aceitação natural de certos meios e o grau de penetrabilidade destes. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;6ª Fase:&lt;/strong&gt; Controle e Avaliação dos Resultados Também conhecida como Feedback, esta é o momento onde se controla o desenvolvimento das outras fases, tal como avaliar o resultado do processo como um todo, se foi satisfatório ou não. Esta fase não tem sido valorizada como deveria no processo de Relações Públicas, o que é um grande erro, pois se gasta muito no processo sem saber se as escolhas foram eficazes ou não. O Feedback é de vital importância para a organização se informar sobre como o público recebeu as mudanças, e se estas foram acertadas ou não. Sem esta fase, é impossível saber se a empresa deve continuar investindo nas escolhas feitas ou se deve mudar direção tomada durante o processo de RP. Estas seis fases destacadas aqui não são uma regra fixa para o processo de RP, também como a ordem com a qual estas foram dispostas neste texto não obedece linha cronológica, mas apenas lógica, sendo possível que uma ou mais fases sejam excluídas do processo, que ocorram simultaneamente, ou que uma receba mais atenção do que as outras. Estas fases são apenas uma visão geral e simplificada do desenvolvimento do processo de Relações Públicas dentro de uma organização. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Livro "Para entender Relações Públicas", de Cândido Andrade.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16866589-112725786524489790?l=revelacoespublicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/feeds/112725786524489790/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16866589&amp;postID=112725786524489790&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112725786524489790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112725786524489790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/2005/06/o-processo-de-relaes-pblicas.html' title='O Processo de Relações Públicas'/><author><name>Re[ve]lações Públicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12630810202379051111</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16866589.post-112725764635017743</id><published>2005-06-06T20:04:00.000-03:00</published><updated>2005-09-20T20:08:29.580-03:00</updated><title type='text'>Entrevista - Emanuela São Pedro - II</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Para quem gostou da primeira parte da entrevista com a analista de comunicação da Fundep, Emanuela São Pedro, e ficou curioso para saber o que mais ela nos revelou a respeito do exercício profissional de Relações Públicas, segue abaixo segunda parte da entrevista. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; Sobre Relações Públicas em geral, até que ponto você acredita que a universidade prepara o aluno para o mercado de trabalho? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Emanuela:&lt;/strong&gt; Eu acho que tem jeito de misturar a prática e a teoria e viver isso dentro da universidade. Estamos em uma universidade pública que carece de recursos, mas eu aprendi a trabalhar com poucos recursos desde que fui para o Vale do Jequitinhonha, então eu sei dar o "jeitinho". A universidade dá um embasamento teórico muito interessante, principalmente dentro da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas. A oportunidade de fazer matérias eletivas e de ter uma formação complementar em outra área é muito enriquecedora, e isso tem que ser aproveitado da melhor forma pelo aluno, independente do que ele vai exercer quando se formar, para que lado das Relações Públicas ele vai andar. É uma formação humana e teórica muito interessante. A parte da falta de recursos para laboratórios e para ter vários professores de RP, por exemplo, é uma deficiência sim, não vou negar, mas têm outras coisas que o aluno tem que procurar enxergar aqui dentro. Essa possibilidade de exercer atividades práticas com o respaldo da universidade, porque você vai estar dentro de um programa que é da UFMG, com a coordenação de um professor, é o que fez a diferença na minha graduação. Com toda sinceridade, eu hoje sou a profissional que eu sou, e eu acho que sou uma boa profissional, pela vivência que eu tive durante a graduação com trabalhos de extensão, de pesquisa e de ensino. Quem tiver oportunidade, tem que correr atrás, tem que participar, porque isso faz a diferença, e esse é um diferencial da UFMG. Isso me possibilitou praticar e conhecer, com alguém por trás me ajudando, alguém me dando apoio, que é o nome da UFMG, um nome muito forte, e o professor coordenador. Você tem uma atividade prática, que pode não ser realizada no mesmo tempo que no mercado, mas é muito importante, principalmente porque você vai ter aquela ajuda, vai ter a quem recorrer, a quem tirar suas dúvidas, e isso é essencial. Eu sou suspeita para falar, porque a minha graduação foi um sucesso, principalmente por causa disso. E eu sou muito apaixonada por tudo que eu faço, pela minha profissão, meu trabalho. Eu fiz tudo com muito amor, muita paixão, durante os 4 anos, e foi bom demais. A dica que eu dou para todo mundo que está cursando Comunicação é: faça RP e vá para o Vale do Jequitinhonha. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; Em relação ao exercício da profissão, você acha que o campo de trabalho é vasto? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Emanuela:&lt;/strong&gt; Eu acho que ele tem "ene" possibilidades de atuação. A pessoa que entende a profissão, que gosta do que faz e que é bom profissional, tem espaço para qualquer lugar que ela for, para o que ela decidir fazer dentro de RP. Eu acredito nisso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; E sobre o sindicato? Você é filiada? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Emanuela:&lt;/strong&gt; RP tem um Conselho. Quando eu formei, a primeira coisa que eu fiz foi ir lá. Apesar de não ter o diploma ainda, porque aqui na UFMG demora um pouco, você tem só o Certificado de Conclusão, eu fui lá, tirei minha carteira provisória, e agora, depois de um ano, eu tive que renovar essa carteira provisória. Estou correndo atrás do diploma para fazer a carteira definitiva. Eu acho que é importante demais você estar em dia com a sua profissão, legalizada, e apoiando esse órgão, que está em vigilância pelo exercício da sua profissão e garante os seus direitos. Eu acho que a consolidação da profissão está também em se apoiar a entidade de classe que representa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; Já falamos vários pontos positivos da profissão. Tem algum ponto negativo? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Emanuela:&lt;/strong&gt; Só que você tem que trabalhar demais, mas é bom quando você trabalha e gosta do que faz. Olha, se eu tiver que pensar em um ponto negativo, eu vou demorar um pouquinho para achar. Lógico que tem, mas eu gosto tanto do que eu faço, estou tão satisfeita e tão feliz que eu vou ter que pensar muito para achar. Mas tem, lógico que tem. É que os pontos positivos superam. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Emanuela:&lt;/strong&gt; Vocês vão fazer RP? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; Não pretendemos, mas ainda está cedo. A propaganda foi tão boa que é um caso a se pensar. Emanuela: Olha, pelo menos para conhecer, façam essa matéria, "Técnicas e Processos de Relações Públicas" e leiam esse livro ("Obtendo Resultados com Relações Públicas", da Margarida Kunsch.). A leitura é ótima, o livro é grande mas é legal. E o engraçado foi o seguinte: é um livro de cases, de casos em RP. E o que me chamou mais atenção foi um case contando como que foi a construção do Túnel da Lagoinha, que contava como que o RP atuou para fazer essa ponte entre a construtora do túnel e a comunidade que estava ali muito próxima àquela construção, que tinha muito barulho, muito problema, muita sujeira, muita poeira. Aí eu fiquei pensando: gente, RP faz isso? Que legal isso de trabalhar com a comunidade. E foi o caminho que eu percorri durante a minha graduação, ou seja, o RP a serviço da comunidade, que foi lá no Vale do Jequitinhonha, no Projeto Manuelzão e meu Projeto Experimental, tanto de Jornalismo quando de RP tiveram tudo a ver com isso e hoje eu ainda faço alguns trabalhos nessa área. Eu pretendo consolidar isso, trilhar um caminho e trabalhar com a Comunicação para Mobilização Social, que vocês vão conhecer no curso mais para frente. É uma área, uma metodologia, que foi criada pela UFMG, coordenada pelo professor Márcio, com alunos que já passaram e que ainda estão na graduação, e no Brasil inteiro não tem nada tão parecido com isso. Tem algumas coisas afins, tem a Cecília Peruzzo trabalhando com Comunicação e Movimentos Sociais, mas a Comunicação para Mobilização Social é uma coisa nossa daqui de dentro, que é o mais legal. E é o RP trabalhando com a comunidade. Então, lá no segundo período, a coisa que me chamou mais atenção da profissão, graças a Deus, é o que eu trabalho hoje, é a que eu tenho mais empolgação e que eu não vou parar. Atualmente eu dou algumas oficinas sobre esse tema, porque dentro de Comunicação para Mobilização Social, o meu grupo de Projeto Experimental aumentou um pouco mais essa metodologia e está trabalhando a Mobilização de Ações Culturais. Então, nós trabalhamos no Movimento Cultural do Vale do Jequitinhonha, hoje estamos levando isso para outras áreas e fazemos oficinas para passar esse conhecimento. É uma coisa que, por mais que esteja andando devagar, nós queremos trilhar o nosso caminho, fazer os nossos contatos e futuramente trabalhar com isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16866589-112725764635017743?l=revelacoespublicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/feeds/112725764635017743/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16866589&amp;postID=112725764635017743&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112725764635017743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112725764635017743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/2005/06/entrevista-emanuela-so-pedro-ii.html' title='Entrevista - Emanuela São Pedro - II'/><author><name>Re[ve]lações Públicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12630810202379051111</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16866589.post-112725746784261653</id><published>2005-05-27T19:46:00.000-03:00</published><updated>2005-09-20T20:07:56.463-03:00</updated><title type='text'>Entrevista - Emanuela São Pedro - I</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3930/1612/1600/manu.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3930/1612/320/manu.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Quarta-feira, 18 de maio de 2005, 10:30 da manhã. Chegamos a Unidade Administrativa II para a entrevista marcada com os RPs da Fundep, Paulo Carvalho e Emanuela São Pedro.Fomos mutio bem recebidos, mas fomos informados, no entanto, de que Paulo não poderia nos atender porque teria uma reunião naquele momento. Ele se desculpou pessoalmente e deixou a entrevista a cargo somente da Emanuela. Simpatia em pessoa, Emanuela São Pedro, 24 anos, é analista de comunicação da Fundep. Confiram a primeira parte da entrevista feita com ela a respeito das Relações Públicas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Emanuela e seu xodó: a Intranet&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; Há quanto tempo você desenvolve a prática de Relações Públicas? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Emanuela:&lt;/strong&gt; Eu formei há um ano em Relações Públicas e no final do último ano eu formei em Jornalismo, aqui na UFMG. Desde o segundo período que eu trabalho como bolsista ou como pesquisadora, em vários projetos da universidade. Então, a prática de Relações Públicas eu desenvolvo há um pouquinho mais de tempo porque foi muito significativa a experiência que eu tive dentro da graduação, principalmente na área de extensão. Eu trabalhei dois anos no Vale do Jequitinhonha e é uma coisa que eu recomendo para todo mundo que está entrando agora: participar das atividades de extensão e pesquisa que a universidade proporciona. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; Como você veio trabalhar aqui na Fundep? Você realiza algum outro trabalho fora daqui? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Emanuela:&lt;/strong&gt; Assim que eu formei em Relações Públicas, eu vim para a Fundep como estagiária, fiquei nove meses como estagiária e agora eu fui contratada, como analista de comunicação. Paralelo à Fundep, eu realizo alguns trabalhos de jornalismo, mas que são bem pontuais, nada tão formalizado quanto aqui. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; Onde você realiza esses trabalhos de jornalismo? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Emanuela:&lt;/strong&gt; No site "Onhas", que é um site do Vale do Jequitinhonha. Eu trabalho como jornalista responsável pela revisão dos textos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; Há uma confusão a respeito do conceito de Relações Públicas. Muitas pessoas nem sabem direito o que é. Como você define Relações Públicas? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Emanuela:&lt;/strong&gt; É difícil pensar como eu defino Relações Públicas porque eu também não sabia. Depois eu fui só vivenciando o que é Relações Públicas e nunca parei para pensar em um conceito que fosse tão geral e tão abrangente quanto eu acho que é essa atividade. Eu entrei na graduação para fazer Jornalismo. Nunca tinha ouvido falar de Relações Públicas, não sabia o que era isso. A partir do segundo período, quando eu fiz uma matéria que chama "Técnicas e Processos de Relações Públicas", é que eu fui descobrindo o que era, o que fazia o Relações Públicas, e fui me identificando, até mais do que com a atividade de Jornalismo. Eu acho que o Relações Públicas é um profissional de comunicação que trabalha o relacionamento com variados públicos. Isso varia de onde ele está também. Eu acho que tem uma diferença, por exemplo, de um Relações Públicas que trabalha em uma empresa e vai trabalhar o relacionamento dessa empresa com seus públicos e outro que exerce uma atividade dentro de uma administração pública e vai pensar o relacionamento entre essa administração pública e os seus públicos. É diferente também um profissional de Relações Públicas que atua dentro de uma ONG, no terceiro setor, e vai pensar o relacionamento dessa associação, dessa entidade, com os seus públicos. Eu acho que isso dá até um glamour, um desafio para a profissão, porque é diferente o relacionamento que se estabelece dentro de entidades de natureza diferentes e também entre diversos públicos que são diferentes. Ele vai pensar esse relacionamento de uma forma bem global, utilizando acho que, principalmente, a comunicação integrada. Ele vai primeiro fazer um levantamento de como é aquele relacionamento, se ele já existe, como ele se dá, que canais ligam aquela empresa, aquela instituição - seja ela empresa, de poder público ou o terceiro setor -, levanta pontos positivos, negativos, potencialidades e, a partir disso, ele pode agir, propondo novas formas de se relacionar. Ele pode pensar em meios de comunicação, em canais comunicativos. Eu acho que é em um sentido bem amplo mesmo esse trabalho com os públicos. Amplo, minucioso e desafiador, porque tem essas diferenças de um meio para outro. Eu encaro mais ou menos por aí, na parte de relacionamento com os públicos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; Conte-nos mais um pouco desse momento em que você decidiu que queria fazer Relações Públicas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Emanuela:&lt;/strong&gt; Foi quando eu conheci mesmo o que era Relações Públicas e o que esse profissional realizava, fazia, que foi nessa matéria: "Técnicas e Processos de Relações Públicas", especificamente em um livro que chama "Obtendo Resultados com Relações Rúblicas", da Margarida Kunsch. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; E quem era o professor? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Emanuela:&lt;/strong&gt; Professor Márcio Simeone, que é o meu guru acadêmico. Eu admiro muito ele como professor, como profissional, e ele conseguiu me converter. Ele me apresentou muito bem o que era Relações Públicas e, a partir disso, eu percebi que eu sempre fui Relações Públicas desde que eu nasci, eu só não sabia que tinha esse nome. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; Quando se fala em Relações Públicas, muitos têm aquele preconceito: Relações Públicas é a pessoa que promove festas. O que você acha disso? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Emanuela:&lt;/strong&gt; Eu acho que está super ultrapassado já. Eu acho que a profissão de Relações Públicas está crescendo. Eu dou a maior força para institucionalização disso. Por exemplo, eu acredito no Conselho de Relações Públicas, acredito na entidade, acredito na profissão. E eu acho que isso já está ultrapassado, eu nem penso mais nisso, não tenho nenhum problema em relação a isso. Quando eu ouço alguém falar isso, eu ignoro, porque a pessoa está por fora. Eu acho que o Relações Públicas já está conquistando um espaço, já está mostrando quem ele é realmente, a amplidão que é essa profissão e de que forma ele trata tão bem a comunicação integrada. Eu acho que esse é o diferencial de Relações Públicas das outras habilitações de comunicação. É muito importante para quem é aluno de Relações Públicas ter, no mínimo, um conhecimento básico das outras áreas, porque eu não vejo um Relações Públicas trabalhando com a comunicação se ela não estiver integrada. Tem que saber texto, tem que saber do texto jornalístico, tem que saber das malícias da publicidade, tem que ser crítico em relação ao vídeo, ao cinema, tem que ler, tem que saber de rádio, tem que ter esse leque de possibilidades na mão dele, porque quanto mais ele souber da comunicação como um todo, mais ferramentas ele vai ter para o trabalho dele, para lidar com esse relacionamento dos públicos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; Por que você acha que a procura pelo curso de Relações Públicas é pequena? Você acha que é só falta de informação? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Emanuela:&lt;/strong&gt; Eu acho que é falta de informação sim e também porque talvez, para quem ainda não está no meio, para quem ainda não teve muito contato, essa balela de que Relações Públicas é promoter pode estar muito mais forte do que a realidade da profissão. Mas a partir do momento em que as pessoas têm informação, eu acho que fica mais fácil de elas se identificarem. É normal que na primeira semana de aula só tenha uma ou nenhuma pessoa que levanta a mão quando o professor pergunta se vai fazer Relações Públicas, mas no final do curso esse número é maior, com certeza. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; Em relação ao seu trabalho na Fundep: o que você faz e como funciona o departamento de comunicação? Emanuela: Aqui na Fundep, nós estabelecemos três públicos prioritários. O primeiro é o nosso público interno, os nossos colaboradores, que está girando em torno de duzentas pessoas na sede da Fundep. O segundo é a universidade, a comunidade acadêmica, porque a Fundep é uma fundação de direito privado, sem fins lucrativos, que pertence à UFMG. Ela está aqui para dar o apoio à pesquisa, à extensão e ao ensino da UFMG. Portanto, a comunidade acadêmica é um público relevante para ela. E por último, o público externo, a sociedade em geral. O setor de comunicação, a gerência de comunicação da Fundep é nova. A Fundep está fazendo trinta anos e só no último ano institucionalizou o seu setor de comunicação. E, mostrando que ela está sempre à frente, sentiu essa necessidade e hoje ela tem uma gerência de comunicação, que é nova, tem pouco mais de um ano. Eu estou aqui há um ano e, nesse primeiro ano, a gente priorizou atividades voltadas para o nosso público interno, para estruturar o fluxo de comunicação, de informação aqui dentro. Nós temos alguns programas de relacionamento interno e agora a próxima meta da gerência é trabalhar com a comunidade acadêmica, com a UFMG. Nós estamos com projetos que estão saindo do papel e que vão focar esse público. Para trabalhar com o público externo, nós temos, principalmente, o relacionamento com a imprensa, que é um trabalho muito forte aqui dentro, coordenado pelo jornalista Alberto Sena, o nosso carro-chefe quando hoje se diz em relacionamento com a comunidade. Bom, aqui dentro da Fundep, eu tenho várias atividades. Eu coordeno o programa "Café com prosa", que é um programa de relacionamento interno, onde, semanalmente, cinco colaboradores tomam café com o diretor executivo. Eu fico na parte da organização desse evento. Tem a colaboração de outras pessoas do setor, mas basicamente sou eu que coordeno. É uma forma de aproximar as pessoas da direção da Fundep. Durante o café, o assunto não é trabalho, são assuntos de várias naturezas, algo bem informal, bem descontraído. É um acesso que as pessoas tem à direção e também uma forma de se relacionar pessoas diferentes de cada setor aqui dentro. Tem também a nossa Intranet, que é o meu xodozinho. Quando a comunicação foi implantada na Fundep, já existia uma Intranet, mas, assim como outras atividades bem escassas de comunicação que já existiam na Fundep, foi iniciativa de alguns colaboradores, que trabalham em outros setores, mas que se desdobravam para fazer alguma coisinha aqui e ali de comunicação. Com a implantação da gerência, a gente estruturou isso, integrou tudo e mandou ver. Uma das coisas foi a revitalização da nossa Intranet. O gráfico de crescimento dos acessos da nossa Intranet é uma coisa espetacular. Antes da revitalização dela, era muito baixinho; no lançamento dela, já aumentou em relação à Intranet que a gente chama de Intranet velha e; desde o lançamento, que foi em outubro do ano passado, os números de acesso só crescem. A Intranet é uma ferramenta hoje muito importante para o dia-a-dia do colaborador. O projeto editorial dela é dividido basicamente em três partes. Primeiro nós temos uma parte mais institucional, onde as pessoas encontram ferramentas, que elas usam no dia-a-dia. Elas encontram tudo ali, em uma página só, o que facilita o trabalho delas. Depois, nós temos uma parte mais lúdica, onde tem os aniversariantes, tem dicas de restaurantes próximos a Fundep, tem um lugar para você pedir ou oferecer carona, tem curiosidades, tem uma enquete. É uma parte mais de socialização, as pessoas podem colocar aviso, podem vender, trocar, alugar alguma coisa, que é o que a gente chama de classificados. A outra parte é uma parte de atualizações constantes, que é onde ficam as notícias. Na parte de notícias a gente coloca notícias da Fundep, internamente: o que um setor fez; que pessoa veio se reunir com qual setor aqui dentro da Fundep; se chegou algum colaborador novo; se a gente vai ter algum evento interno, festa junina, torneio de futebol; notícias importantes da UFMG, porque a gente está aqui dentro. Eu cuido da Intranet toda, mas a dinâmica dela é muito fechadinha, ela não é uma coisa que me ocupa demais. E é muito prazeroso também, é super legal, é o meu xodó mesmo. Tem também a parte da UFMG, onde, por exemplo, por a gente estar dentro do campus, eu divulgo muitas dicas culturais, que acontecem na praça de serviços, na Escola de Música, de Belas Artes. O pessoal agora participa muito, porque fica informado do que está acontecendo. Às vezes algum projeto, gerenciado pela Fundep, da UFMG, que ganhou algum recurso, vai para Intranet. Isto é, notícias relacionadas à UFMG e à pesquisa, porque é o foco daqui e é de interesse do nosso colaborador. E também, às vezes uma notícia maluca, nós temos alguns livros que ajudam a gente nisso, uma curiosidade, ou uma notícia de repercussão nacional daquela semana, daquele dia. Basicamente, é isso a nossa Intranet. O nosso site tem um milhão de coisas. Eu fico responsável pela parte de atualização diária: de notícias, oportunidades, editais e agenda, que são eventos do nosso site. Agora na parte da manhã, eu fico responsável por visitar uma lista de sites que nós já temos pré-estabelecida, que tem assuntos afins com a Fundep, por exemplo, CNPq, FINEP, CAPES, que são instituições de financiamento, Ministério da Cultura, da Educação, do Meio-Ambiente, Rede Brasil de Tecnologia, que estão ligados a assuntos de interesse do visitante do site da Fundep. Diariamente, eu faço essa busca e procuro informações para colocar no nosso site, nessas quatro editorias. Então, diariamente, a nossa página é atualizada e eu que faço esse trabalho. Fora isso, eu dou um suporte no jornal da Fundep, que fica da responsabilidade do pessoal mais ligado ao jornalismo, que atualmente tem um estagiário e um jornalista responsável. A gente faz também uma comunicação muito bacana que chama "Inserto em contracheque". Todo mês, até o dia 20, eu envio para o setor de pessoal uma mensagem que eu quero que saia no contracheque dos nossos colaboradores. Às vezes, tem a ver com alguma informação que a gente quer dar, ou a incentivar a usar a Intranet, ou a incentivar a olhar o nosso mural. Essa é uma comunicação legal, que eu não sabia que existia e aprendi aqui na Fundep. É mais um espaço que a gente pode utilizar de comunicação. Acho que basicamente é isso o meu trabalho atualmente na Fundep. Tem outros projetos começando, que estão saindo do papel agora. Estão na fase de planejamento, vão dar o boom e possivelmente vão ser distribuídos para o pessoal da equipe. Eu devo pegar mais algumas coisas. Enfim, é muito interessante o trabalho aqui, por ser uma gerência que está começando, e eu estou tendo a experiência de ver como que isso acontece, como que ela se consolida. Eu fui a terceira pessoa a chegar na equipe e hoje nós temos mais de dez pessoas. Então, eu vi crescendo, vi quais foram as dificuldades, ajudei de alguma forma. É uma experiência legal. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; E quais foram as dificuldades que surgiram tanto na consolidação da gerência quanto no trabalho do dia-a-dia? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Emanuela:&lt;/strong&gt; Bom, no trabalho do dia-a-dia, eu não vejo tantas dificuldades. Porque quando um projeto começa, ele ainda não tem uma dinâmica muito estabelecida. À medida que ele vai se consolidando, ele vai ficando mais redondinho, você vai sabendo lidar mais com aquilo, com aquele deadline. Então, eu não vejo tanto problema. Há alguns probleminhas na implantação, são problemas normais que eu acho que um setor de comunicação enfrentaria em uma instituição que já está consolidada há muito tempo. Algumas coisas nós sentimos um pouco de resistência dos gerentes, das gerências intermediárias, mas isso é uma coisa normal. Imagina que a Fundep tem trinta anos e nunca teve um setor de comunicação estabelecido, ou seja, todas as atividades de comunicação eram feitas por todos os setores. Cada setor que precisava de alguma coisa ia lá e fazia. De repente, alguém pega isso tudo para fazer. Essas são resistências que nós encontramos, mas não foi nada problemático demais, não foi nada que nós não conseguíssemos vencer juntos, mostrando quais são as diferenças e qual é o diferencial de ter um setor específico para trabalhar com isso. E hoje, a gente vê até o contrário. São esses setores nos procurando, querendo alinhar esses trabalhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16866589-112725746784261653?l=revelacoespublicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/feeds/112725746784261653/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16866589&amp;postID=112725746784261653&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112725746784261653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112725746784261653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/2005/05/entrevista-emanuela-so-pedro-i.html' title='Entrevista - Emanuela São Pedro - I'/><author><name>Re[ve]lações Públicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12630810202379051111</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16866589.post-112725639289429309</id><published>2005-05-15T19:41:00.000-03:00</published><updated>2005-09-20T19:46:32.900-03:00</updated><title type='text'>Entrevista</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Rodrigo Leça, 23 anos, primo da Isabela, é recém-formado no curso de Comunicação Social da UERJ, com habilitação em Relações Públicas. Fizemos uma entrevista com ele a fim de saber quais são as suas impressões a respeito da profissão de RP, do curso, do campo e do mercado de trabalho e sem nos esquecer, é claro, da tão discutida definição de Relações Públicas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; Primeiramente, como não poderia deixar de ser, a tão famosa pergunta: para você, o que é Relações Públicas? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Rodrigo:&lt;/strong&gt; Administrativamente, é o que o próprio nome diz. É cuidar da relação que determinada organização tem com seus públicos (ou públicos-alvo), tanto internos quanto externos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; Você tem hoje a mesma impressão da profissão de RP que você tinha quando entrou no curso? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Rodrigo:&lt;/strong&gt; De forma alguma. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; O que mudou? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Rodrigo:&lt;/strong&gt; Na verdade, quando entrei no curso, como a maioria das pessoas, eu não fazia idéia do que viria a ser Relações Públicas. Meus conceitos em relação à profissão mudaram várias vezes, aprendi muito do que essa profissão tem de bom e do que tem de ruim. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; Por que você optou pelo curso de relações públicas? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Rodrigo:&lt;/strong&gt; Na verdade eu queira propaganda, mas pelo que eu li a respeito de Relações Públicas numa revista, decidi fazer uma tentativa para esse curso na UERJ, já que lá não existia o curso de publicidade e propaganda. Foi a única prova em que eu passei, então fui me ambientando na faculdade para ver se era isso mesmo o que eu queria. Acabei gostando mais de RP que de publicidade e fiquei até o final. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; Você já trabalhou na área de Relações Públicas? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Rodrigo:&lt;/strong&gt; Já fiz estágio. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; Como era esse estágio? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Rodrigo:&lt;/strong&gt; O estágio consistia em basicamente lidar com toda a área de comunicação institucional da faculdade (desde impressos, cartas e cartazes internos até grandes eventos e festas formais), além de eventuais trabalhos para outras organizações, com um grupo de mais ou menos 10 pessoas dividido em equipes em um escritório modelo, cada uma lidando com um dos projetos que estavam sendo desenvolvidos naquele momento. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; Você pretende seguir carreira de RP? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;R&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;odrigo:&lt;/strong&gt; Antes pretendia, mas agora creio que não. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; Por que não? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Rodrigo:&lt;/strong&gt; É uma área que na maioria das vezes requer um tipo de personalidade mais diplomática, e que enfrenta muitas barreiras e preconceitos ainda no Brasil e no mundo. Geralmente são tidos como os que varrem as sujeiras organizacionais para baixo do tapete (o que não é de maneira alguma a sua finalidade), e enfrentam obstáculos que vem de dentro e de fora da organização. Requer bastante gosto pela profissão, e às vezes penso que até um senso de renúncia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; Qual a sua impressão a respeito do mercado de trabalho para o RP? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Rodrigo:&lt;/strong&gt; Está crescendo, mas não sei o quanto ainda irá crescer. Felizmente, apesar de tudo, é uma profissão que está ganhando reconhecimento e tem um mercado ao menos razoável, e apesar de ainda não ser muito amplo, a tendência é aumentar, pelo menos um pouco. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; Qual é o campo de trabalho do RP? Ele é vasto? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Rodrigo:&lt;/strong&gt; Vastíssimo. É só pensar em qualquer coisa relacionada à comunicação, que o RP pode estar envolvido. Mas há o bom senso. Por exemplo, se o seu projeto requer em larga escala a comunicação impressa, ele não faria o trabalho de um jornalista. Ele trabalharia com um. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; Temos percebido que, ultimamente, poucas pessoas têm escolhido seguir a habilitação de Relações Públicas. A maioria escolhe jornalismo ou publicidade e propaganda e muitas nem sabem o que, de fato, é Relações Públicas. A que você atribui essa desvalorização do curso?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Rodrigo:&lt;/strong&gt; Mesmo no nosso meio nós falamos que devemos "fazer o nosso próprio RP". Falta justamente uma divulgação, uma difusão no senso comum sobre essa profissão. Mas também é ingênuo pensar que do dia para a noite poderíamos competir em prestígio com jornalismo e propaganda, que já podem ser considerados o tipo de faculdade "tradicional", como direito e medicina. Nós ainda estamos tentando construir essa tradição. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Re[ve]lações Públicas:&lt;/strong&gt; Se você pudesse voltar no tempo e escolher uma outra habilitação dentro da comunicação, você o faria? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Rodrigo:&lt;/strong&gt; Não. Desde o começo eu sabia que, fizesse o que fizesse, eu queria estar na comunicação. E a profissão de Relações Públicas foi a que mais poderia ter me ensinado a respeito de comunicação, no geral, e realmente ensinou, mais que qualquer outra. É uma profissão em que você não se preocupa somente em transmitir alguma coisa, mas também em ouvir e entender o seu interlocutor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16866589-112725639289429309?l=revelacoespublicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/feeds/112725639289429309/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16866589&amp;postID=112725639289429309&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112725639289429309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112725639289429309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/2005/05/entrevista.html' title='Entrevista'/><author><name>Re[ve]lações Públicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12630810202379051111</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16866589.post-112725530628589440</id><published>2005-05-08T19:25:00.000-03:00</published><updated>2005-09-20T19:40:38.963-03:00</updated><title type='text'>SITUANDO AS RELAÇÕES PÚBLICAS</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3930/1612/1600/esquema1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 383px; CURSOR: hand; HEIGHT: 179px; TEXT-ALIGN: center" height="162" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3930/1612/400/esquema.jpg" width="470" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Localizar com precisão o ramo de que tratam as Relações Públicas na área das Ciências Humanas e da Comunicação ajuda a compreender o que envolve o estudo e a prática da área.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Relações Públicas é uma Ciência Social aplicada - tratam da vida e da realidade social, das relações humanas. Segundo o autor Edward Bernays, "as relações públicas cobrem o relacionamento de um homem, uma instituição ou idéia com seus públicos". Assim, a formação de um profissional de RP abrange muitos conhecimentos teóricos de sociologia, psicologia social, antropologia e história, dentre outras disciplinas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;O autor James Grunig considera as Relações Públicas como a área mais ampla e menos desenvolvida da comunicação, com pelo menos quatro objetivos distintos: propaganda, disseminação de informação, persuasão científica e compreensão mútua.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Nos últimos anos vem ocorrendo uma mudança terminológica, a substituição de "Relações Públicas" por "Comunicação". Esta mudança é um primeiro sintoma da perda de espaço enfrentada pelas Relações Públicas em relação às demais áreas da comunicação, sobretudo do Marketing (que trata de questões mercadológicas, enquanto RP trata do aspecto institucional). Dentre os motivos do enfraquecimento da área de RP está a sua própria regulamentação legal, que concede direito exclusivo de exercer a profissão a bacharéis com habilitação específica - o baixo nível das escolas de comunicação, conforme afirmam muitos profissionais que as freqüentaram, faz com que a formação universitária serve apenas para oferecer a possibilidade do registro profissional. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;O contexto da comunicação organizacional está proximamente relacionado às Relações Públicas, especialmente no Brasil, devido à maior concentração de profissionais de pesquisadores com ênfase nesta área. A tônica dos cursos de RP geralmente recai na prática da comunicação nas organizações por meio quase que exclusivamente de manuais e salas de aula - daí, talvez, o limitado desenvolvimento da profissão que se constata atualmente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;A fragmentação das Relações Públicas, conforme explicado por um profissional da área, provém de que "não tivemos a devida competência, como os jornalistas e os publicitários, para valorizar e prestigiar nossa profissão". &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;A autora Margarida M. K. Kunsch, na conclusão de seu livro Relações Públicas e Modernidade, demonstra bem esse problema:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;"Hoje em dia, não é possível mais pensar, por exemplo, em realizar uma brilhante assessoria de imprensa, criar campanhas retumbantes ou produzir peças publicitárias impactantes de forma isolada, sem o envolvimento de todas as subáreas da comunicação organizacional. Para que as relações públicas possam realmente atuar com eficácia no contexto das organizações modernas, elas terão de sair da fragmentação para a globalização da comunicação. As tendências apontam (...) comunicação integrada (...). Sua atividade tem de ser encarada como uma função estratégica".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Texto adaptado de: &lt;em&gt;KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Relações públicas e modernidade: novos paradigmas na comunicação organizacional. São Paulo: Summus, 1997 (Coleção Novas buscas em comunicação).&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16866589-112725530628589440?l=revelacoespublicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/feeds/112725530628589440/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16866589&amp;postID=112725530628589440&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112725530628589440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112725530628589440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/2005/05/situando-as-relaes-pblicas.html' title='SITUANDO AS RELAÇÕES PÚBLICAS'/><author><name>Re[ve]lações Públicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12630810202379051111</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16866589.post-112725510863634423</id><published>2005-05-01T19:19:00.000-03:00</published><updated>2005-09-20T19:25:08.640-03:00</updated><title type='text'>REVELAÇÕES PÚBLICAS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;(ou no mínimo uma tentativa sincera de revelar alguma coisa) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Aula de Campo Profissional, primeira reunião do grupo de RP. Muitas idéias para o template do blog, para o título do trabalho e coisas do gênero. Até que, oportunamente (???) Lívia faz uma pergunta:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;- Alguém sabe o que é RP? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Silêncio total. Não é de se espantar que estudantes do 1º período de Comunicação Social não tenham a definição exata do termo Relações Públicas, uma vez que nem mesmo os profissionais dessa área têm um consenso a esse respeito. Para Stephen Fitzgerald, "O inconveniente não reside no fato de que o termo Relações Públicas não tenha significado, a dificuldade esta em que significa muita coisa diferente." (Lês Relations Publiques. Paris, 1959). Tentar abranger todas as funções de um profissional de RP em sua definição é bastante complicado. Entretanto, uma simples análise do nome da profissão já fornece as bases para uma resposta adequada, pelo menos em um primeiro momento. Relações Públicas é a mediação entre as relações das organizações e empresas com o público. Primeira etapa vencida e o grupo logo se depara com mais um obstáculo: o que faz um relações públicas? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;- "Festinhas", responde um aluno do 7º período. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Só isso? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Não, "ele é o cara mala na empresa que fica atrás de você pra ver se está integrado com todo mundo", completa a aluna de História, 1º período. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Por que uma profissão regulamentada por lei, de grande expressão no Brasil é tão cercada de dúvidas e questionamentos? Ficou claro para o grupo, que é de extrema importância esclarecer as funções básicas de um RP para dar continuidade ao trabalho, e à análise do exercício profissional dessa área.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Funções do Relações Públicas (adaptado do site http://www.mundorp.com.br/rp.htm) · Realizar e analisar pesquisas de opinião pública · Definir os públicos estratégicos da empresa · Sugerir atitudes ou mudanças de atitudes no tratamento com os setores da opinião pública, zelando pela credibilidade da imagem/marca da organização · interagir a organização com a comunidade através do marketing social; · Manter contatos pessoais e por outros meios com líderes de opinião, empresários, autoridades, etc; · Elaborar publicações da empresa para funcionários, clientes, fornecedores, etc. · Desenvolver modos de comunicação por meios audio-visuais e eletrônicos e de informática - internet e intranet; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Bibliografia: &lt;em&gt;http://www.mundorp.com.br/rp.htm http://www.conferp.org.br/&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16866589-112725510863634423?l=revelacoespublicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/feeds/112725510863634423/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16866589&amp;postID=112725510863634423&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112725510863634423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112725510863634423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/2005/05/revelaes-pblicas.html' title='REVELAÇÕES PÚBLICAS'/><author><name>Re[ve]lações Públicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12630810202379051111</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16866589.post-112721216042061902</id><published>2005-04-25T07:26:00.000-03:00</published><updated>2005-09-20T07:29:54.406-03:00</updated><title type='text'>Histórico da Relações Públicas no Brasil</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;A profissão de Relações Públicas não é nova no Brasil, sendo o primeiro departamento de RP brasileiro criado em São Paulo em 1914 pela empresa canadense de eletricidade The São Paulo Tramway Light and Power Company Limited. No entanto, foram poucas as mudanças e pequeno o crescimento da área desta data até a década de 50. É a partir daí que a história das Relações Públicas ganha verdadeira importância no Brasil. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;A década de 50 - os fatos que fizeram história Data desta década o florescimento das RP, graças a uma nova conjuntura de valorização da comunicação: a democratização (após a ditadura de Getúlio Vargas), a industrialização (delineada, sobretudo, por Juscelino Kubitschek), a chegada de empresas multinacionais e o advento do rádio. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;A primeira empresa de RP foi a Companhia Nacional de Relações Públicas e Propaganda, fundada em 1952.&lt;/strong&gt; Logo, em 1954, surgiu a Associação Brasileira de Relações Públicas (ABRP), que colocou o exercício da profissão nos conformes da lei. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;A década de 60 - as amarras de uma legislação Surgiram as primeiras faculdades de RP, como a introduzida pela Escola de Comunicação e Artes da USP em 1967. Neste mesmo ano foi emitida a regulamentação da profissão pela lei no 5.377, que tornou a atividade privativa dos bacharéis de comunicação social com habilitação em RP - &lt;strong&gt;o Brasil foi o primeiro país do mundo a impor tal regulamentação&lt;/strong&gt;. Com o tempo, entretanto, provou-se que tal iniciativa foi prematura, pois constituiu sério obstáculo para o crescimento e consolidação da área. Foi também nesta década que o país entrou no período da ditadura militar. O sistema ditatorial contribuiu para que as Relações Públicas não acabassem de vez através de uma ingrata associação de RP com propaganda do governo - "uma expressiva melhoria do ponto de vista profissional, mas também uma significativa deterioração do ponto de vista político". A década de 70 - sob uma euforia ilusória Em conseqüência da regulamentação da profissão ocorrida em 1967, a década de 70 foi marcada por um "boom" na implantação de faculdades e de departamentos de comunicação - conforme era interesse do próprio Estado, que queria justificar a regulamentação. Com raras exceções, os cursos pautavam-se pelos padrões das velhas escolas de jornalismo mas, ainda assim, surgiram no país as primeiras traduções de bibliografias estrangeiras e foram editadas as primeiras obras nacionais sobre a área. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Em 1971 foram criados o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Profissionais de Relações Públicas e, a partir de 1975, os órgãos públicos de RP passaram por diversas reformulações. A década de 80 - grandes transformações A abertura política trouxe consigo um novo comportamento institucional, a liberdade de imprensa e a ampliação dos canais de comunicação. Assim, as Relações Públicas perderam espaço no âmbito de comunicação organizacional e estagnou. "Relações Públicas" foi gradualmente substituída por "Comunicação Social", mas o mercado de trabalho ainda sustentou uma alta rotatividade de profissionais específicos de RP. De qualquer forma, interesses se voltaram mais para a pesquisa e produção científica, que cresceu bastante no período. A década de 90 - um cenário de desafios A conscientização das escolas e dos profissionais de RP possibilitou o combate à decadência da área e passou a agir por uma redefinição do papel da profissão na sociedade frente o crescimento das áreas de jornalismo, publicidade e marketing. Até mesmo a polêmica regulamentação emitida em lei em 1967 foi rediscutida. Os órgãos de classe se fortaleceram e em 1994 foi constituído um parlamento nacional para tratar do futuro da profissão. Por falta de demanda e, em alguns casos, de qualificação do corpo docente, muitos cursos superiores de Relações Públicas foram suspensos. Aos demais, coube assumir uma nova postura - a Escola de Comunicação e Artes da USP, por exemplo, firmou em 1994 um acordo de cooperação com a Associação Brasileira das Empresas de Relações Públicas (ABERP). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Texto adaptado de: KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Relações públicas e modernidade: novos paradigmas na comunicação organizacional. São Paulo: Summus, 1997 (Coleção Novas buscas em comunicação)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16866589-112721216042061902?l=revelacoespublicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/feeds/112721216042061902/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16866589&amp;postID=112721216042061902&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112721216042061902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112721216042061902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/2005/04/histrico-da-relaes-pblicas-no-brasil.html' title='Histórico da Relações Públicas no Brasil'/><author><name>Re[ve]lações Públicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12630810202379051111</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16866589.post-112721190770748740</id><published>2005-04-14T07:23:00.000-03:00</published><updated>2005-09-20T07:25:07.706-03:00</updated><title type='text'>Re[ve]lações Públicas - 2005/1</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Àqueles que visitam esse blog pela primeira vez, sejam bem vindos! Essa página tem o objetivo maior de passar o máximo de informações, durante o curto prazo de um semestre, sobre a fascinante carreira de Relações Públicas. Queremos por meio deste "revelar" os mistérios da profissão e tentar responder, de uma vez por todas, o que é que um Relações Públicas faz afinal, com o que pode trabalhar, como os profissionais de ontem e hoje são e pensam e porque escolheram essa profissão (ou se ela os escolheu). Consultamos leigos e especialistas, e não conseguimos chegar a um consenso até agora do que é RP [Relações Públicas. Essa sigla será utilizada durante toda nossa experiência bloguística]. Quem sabe no final desse projeto descubramos a resposta e ganhemos um Prêmio Nobel ou algo parecido. Até lá, conduzimos vocês, leitores, pelas nossas investigações e aflições acerca deste trabalho. Esperamos que cheguemos juntos ao conhecimento (se é que ele pode ser alcançado).&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16866589-112721190770748740?l=revelacoespublicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/feeds/112721190770748740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16866589&amp;postID=112721190770748740&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112721190770748740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16866589/posts/default/112721190770748740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoespublicas.blogspot.com/2005/04/revelaes-pblicas-20051.html' title='Re[ve]lações Públicas - 2005/1'/><author><name>Re[ve]lações Públicas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12630810202379051111</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
